Amigos da esperança!

Através deste projeto de evangelismo integrado, vamos fortalecer o ideal de envolver cada membro com a missão da igreja, pois “Ele não finalizará Sua obra sem os agentes humanos.

Blog | IASD Horta-Comunitária

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domingo, 27 de março de 2011

Apresentação dos Componentes da Plataforma

Olá amigos !

Por vezes a igreja confia-lhe a responsabilidade de apresentar os componentes da plataforma. Sempre que possível, por uma questão de ética, deve-se apresentar os componentes para que as visitas notifiquem os participantes. Além de apresentá-los com as suas respectivas funções, não deixa de ser uma forma de agradecimento pela participação dos convidados para dirigirem o culto sagrado.

Tenho visto apresentações em diversas igrejas que não alcançam o seu objetivo proposto - Ou são apresentações formais ou muito informais partindo para gracejos e piadinhas.

Como se trata de um local onde as pessoas assumem a representação de "Instrumentos nas mãos de Deus" para comunicar a igreja uma mensagem Divina, deve-se levar em consideração que o ambiente denota reverência por lidar com assuntos sagrados. Por isso, ao apresentar diga o nome completo e funções e evite contar intimidades ou histórinhas - Não cabe a circusntância esse procedimento. A exaltação é exclusiva a Deus e não aos convidados.

Para apresentar a plataforma, siga os seguintes conselhos:


  • Apresente primeiramente o pregador. Fig. 1
  • A seguir apresente: O que está assentado ao lado direito do pregador. Fig 2
  • Depois apresente o que está ao lado esquerdo do pregador. Fig 3
  • E assim sucessivamente. Fig 4 e 5
Vale ressaltar que o comportamento adequado não é uma prerrogativa exclusiva de quem apresenta, mas também de quem é apresentado. O anunciado ao ouvir sua apresentação, deverá dar-se a conhecer ao auditório de maneira sóbria - discreta.

Figura:

sábado, 26 de março de 2011

Expressões e Vícios Igrejeiros

É interessante notar como, com o tempo, certas expressões de linguagem e “vícios” de comportamento acabam sendo incorporados e cristalizados no meio religioso (no que diz respeito às expressões, isso é até normal, em qualquer língua falada). A lista abaixo é apenas uma sugestão para ajudar especialmente os líderes e comunicadores das igrejas a aprimorar o trabalho que desempenham e que é muito importante para Deus e para a comunidade:

1. “Vamos cantar o hino ....... para a entrada da plataforma.” A plataforma, sobre a qual ficam o púlpito e as cadeiras do pregador e dos oficiantes, nunca entra, a menos que tenha rodinhas e seja móvel. A plataforma sempre está lá. Quem entra são os oficiantes do culto ou componentes da plataforma. Alguns podem alegar que em “entrada da plataforma” há elipse e metonímia. Correto. Outros podem argumentar que o uso consagrou a expressão, apesar da incorreção. Igualmente correto. Então, para evitar maiores discussões, poderíamos simplesmente cantar para que entrem os oficiantes que compõem a plataforma, sem precisar chamá-los. Que tal?

2. Já que mencionamos a música, é bom lembrar que o ideal é anunciar os hinos pelo nome e depois informar o número deles. Assim, fica melhor: “Vamos cantar o hino ‘Jubilosos Te adoramos’, nº 14.” E nada de dizer “Vamos cantar o hino três, quatro, dois.” O correto é “trezentos e quarenta e dois”.

3. “Senhor, abençoa os que não puderam vir por motivo justo.” Esse tipo de súplica é comum em cultos de oração (às quartas-feiras), quando geralmente há menos pessoas na igreja. Infelizmente, é um tipo de oração legalista que procura excluir das bênçãos de Deus certas pessoas. Se alguém deixou de ir à igreja por “motivo injusto”, aí, sim, é que devemos orar por essa pessoa. O melhor mesmo é ser inclusivo e orar: “Senhor, abençoa aqueles que não puderam vir. Que Teu Espírito esteja com eles neste momento.” Outro detalhe: tem gente que parece ter fixação pelos que não vieram à igreja. O dirigente começa a reunião e já dispara: “Apesar de termos muitos bancos vazios...” ou “Mesmo sendo poucos...” Vamos valorizar os que estão presentes. Pra que ficar falando toda hora de quem não veio? Nenhum apresentador de TV fala sobre os que não estão assistindo ao seu programa... Quem não veio que ore em casa por si mesmo e vá à reunião seguinte, se for possível.

4. “Aqueles que puderem, vamos nos ajoelhar para orar.” Essa também já virou “vício”. É evidente que somente se ajoelharão aqueles que puderem. E os que não puderem por certo serão tão poucos que nem é preciso mencionar. Essa frase é dispensável.

5. Às vezes, quando alguém vai apresentar os oficiantes do culto, na plataforma, diz algo do tipo: “À minha direita, à esquerda dos irmãos...” Isso é quase como chamar a congregação de espacialmente desorientada. Que tal simplesmente dizer: “À direita do pregador...”, ou algo assim?

6. “Senhor, que Tuas bênçãos venham de encontro às nossas necessidades.” Tenho certeza de que quem ora dessa maneira não quer esbarrar nas bênçãos de Deus nem ser atingido por elas. Vir de encontro é se chocar contra. O correto, então, é pedir que as bênçãos de Deus venham ao encontro das nossas necessidades, ou seja, estejam de acordo com o que precisamos.

7. “Viemos aqui para celebrar...” Viemos é pretérito perfeito de “vir”. Talvez o mais adequado seja dizer “vimos”, presente do indicativo de “vir”. Mas dizer “Vimos aqui” fica muito formal, não é? Então, que tal mudar para algo do tipo: “Estamos aqui para celebrar...”? Na dúvida, saia pela tangente e busque sempre a maneira mais simples (porém correta) de falar.

8. “Senhor, abençoa esta semana que para nós é desconhecida”; “Não temos mérito algum, mas confiamos nos méritos do Teu filho Jesus Cristo”; etc. Não há nada de gramaticalmente errado nessas frases, mas será que quem as usa está pensando no que diz? Aqui quero chamar atenção para as “frases feitas” que povoam nossas orações. Oração, como bem definiu Ellen White, é abrir o coração a Deus como se faz com um amigo. Portanto, as orações, mesmo as feitas em público, deveriam ser dirigidas a Deus com palavras simples e sem modismos ou tradicionalismos ditos automaticamente.

9. “Quando a porta da graça for fechada”; “Depois do tempo da sacudidura”; “O povo remanescente da profecia”; “A pena inspirada registra que...”; “O povo laodiceano”; “Segunda hora”; “Vamos para o lava-pés”; “O departamento de Mordomia”, “Fazer o pôr do sol” (não precisa fazer, ele é automático!); “Devolução do pacto”; etc. Novamente, nada há de errado com essas frases e expressões. Mas imagine que você não é adventista ou não é cristão e está visitando uma igreja adventista pela primeira vez. Como interpretaria essas expressões? Entenderia alguma coisa? Portanto, os pregadores devem tanto quanto possível evitar o “adventistês”. Se tiverem que usar termos do jargão adventista, o melhor é explicá-los em seguida. Nossa mensagem tem que ser clara, simples e universal.

10. Devemos evitar também termos denominacionais que se referem à estrutura da igreja e que não têm muito sentido para quem não os conhece. Imagine a cena: alguém anuncia que naquela manhã de sábado falarão o pastor da União e o pastor da Divisão. Alguém pode pensar que um é bom, pois promove a união, e o outro é mau. Assim, o ideal é explicar os termos ou simplesmente dizer: “Hoje falarão o pastor fulano, diretor de Educação da Igreja no Estado de São Paulo, e o pastor cicrano, líder de Jovens para a América do Sul.” Por que “diretor” e “líder”? Porque é mais claro que “departamental”.

11. Que tal promover o culto jovem? Nos dois sentidos: promover a frequência ao culto e o nome dele desse jeito. “Culto JA” não tem sentido (no meu Estado de origem, JA é Jornal do Almoço). E “programa dos jovens” soa ainda pior. Culto jovem é mais bonito.

12. As pessoas oram, cantam alguns hinos e depois o dirigente diz: “Para começarmos o culto, cantemos o hino .......” A oração e os hinos anteriores não eram parte do culto? Eram o quê, então?

13. Outro “vício” envolve a palavra “possa” (e suas variantes) e até lança dúvida sobre o poder de Deus. Quer um exemplo? “Senhor, que Tu possas nos perdoar os pecados. Que Tu possas conceder a cura ao irmão fulano e que nós possamos ser fieis a Ti.” Além de ficar sonoramente feio, quando repetido, o “possa” aplicado a Deus relativiza o poder dEle. É claro que Deus pode! Talvez Ele não queira algumas coisas, mas que pode, pode. Assim, melhor seria orar: “Senhor, perdoa nossos pecados. Se Tu quiseres, cura o irmão fulano e ajuda-nos a ser fieis a Ti.”

14. Imperativos são outro problema. Errado: “Senhor, cure”, “Senhor, ouça”, “Senhor, atenda”, “Senhor, faça”. Correto: “Senhor, cura”, “Senhor, ouve”, “Senhor, atende”, “Senhor, faze”. Ok, essa é um pouco mais complicada, mas, com o tempo, um pouco de estudo e atenção, é possível orar direitinho sem perder a espontaneidade. Devemos sempre oferecer o melhor a Deus, inclusive nosso melhor português possível.

15. Como mais ninguém (a não ser os mais antigos e alguns preciosistas) usa a palavra “genuflexos”, basta dizer “ajoelhados”. Sim, porque “de joelhos” (desde que tenhamos pernas completas) sempre estaremos, mesmo quando ajoelhados. O mesmo vale para “de pé”. O certo é “em pé”. (Porém, fica aqui o registro de que o Dicionário Houaiss já aceita a expressão “de joelhos”.)

16. Devemos evitar o abusivo da palavra “alma”. Exemplos: “Foram batizadas mais de quinhentas almas”; “Sair para a conquista de almas”; “Ganhador de almas”; etc. Para os que entendem “alma” como uma entidade separada do corpo e que sai dele quando a pessoa morre, falar em “conquista de almas” talvez possa configurar a intenção de proceder a essa separação, ou seja, praticar assassinato! Melhor substituir a palavra “alma” por “pessoa”, que é exatamente o sentido bíblico.

17. Para encerrar esta lista (mas não o assunto e a preocupação que ele levanta), não poderíamos deixar de fora expressões exclusivistas, como, por exemplo, “não adventistas”. Você conhece alguém que gosta de ser chamado “não”? “Apresento-lhes este meu não parente.” Horrível, né? Então, evitemos termos que dão a impressão de que somos um clube fechado, exclusivo. Nada de “não adventista”, “mundanos”, etc. Podemos nos referir a “amigos visitantes”, “irmãos evangélicos”, etc. É mais simpático.

Resumindo: temos que descomplicar nossa linguagem e liturgia a fim de que não criemos barreiras para a compreensão da mensagem que é simples e clara: Deus nos ama e quer nos salvar.

Fonte: http://www.criacionismo.com.br/2011/01/expressoes-e-vicios-igrejeiros.html

Como dirigir comissões


 O manual da IASD deixa claro que dirigir comissões é prerrogativa do Pastor Distrital ou quando em sua ausência um Ancião devidamente autorizado. Porém, cabe ao diretor de comunicação ajudar na ética relacional e princiípios básicos para expor idéias nessas reuniões.

Já imaginou votar algum assunto quando a maioria não entendeu devidamente as propostas? Ou participar de uma reunião onde a vontade de apenas algumas pessoas prevalecem e não da maioria?


Sugiro uma material prático e consciso que fez parte das minhas anotações de sala de aula quando cursei teologia. Quando colocado em prática as reuniões são rápidas, produtivas e leva em consideração princípios ético respeitando a opinião e participação dos líderes.

I - COMO PREPARAR

  • Devem constar no planejamento anual da igreja (data, horário, local, etc). Exemplo. 1o Domingo de cada mês, às 18h
  • Deve-se consultar as pessoas que participarão da reunião, para decidirem o melhor dia, horário e local.
  • Preparar uma lista dos itens a serem tratados. Só o que realmente necessita ser tratado pelos membros da igreja.
  • Planejar a mensagem devocional.
  • É bom ter alguns minutos de oração antes da reunião.
  • Entregar no culto anterior um memorando ou carta, relembrando a reunião (data, horário, local, juntamente com a agenda de assuntos).
  • Procurar estudar alguns assuntos primeiro em comissões menores, quando isto for apropriado.
  • Cuidar para que o local esteja devidamente preparado para reunião.
  • Providenciar os materiais necessários.

II - COMO CONDUZIR

  • Procure começar no horário.
  • Verificar o QUORUM .
  • Apresentar a mensagem devocional.
  • Ter momentos para oração.
  • Cuidar para que a duração da reunião seja equilibrada. Talvez seja oportuno anunciar o horário que irá terminar.
  • Verificar se o secretário está presente. Se não estiver, deve-se escolher outra pessoa para anotar. provisoriamente esta reunião.
  • Considerar um assunto de cada vez, conforme consta na agenda.
  • Incentivar a participação de todos.
  • Não permitir divagação nem agressões.
  • Utilizar perguntas.

A pergunta pode ser de várias maneiras:

  1. Dirigidas a todos os participantes
  2. Dirigida nominalmente
  3. Devolução de perguntas

  • Procurar seguir o procedimento parlamentar
  • Lembrar que o presidente não vota. A não ser para desempatar.
  • Conduzir a votos claros e precisos que indiquem quando foi o caso, quem fará, como, quando, etc.
  • Terminar no horário, agradecendo a presença e a participação.


III- COMO AGIR APÓS A REUNIÃO

  • Providenciar para que seja preparada uma ata da reunião.
  • Revisar a ata antes de apresentar à igreja.
  • Lembrar que nem todos os votos precisam ou devem ser confirmados pela Igreja.
  • Os casos que envolvem pessoas devem ser passados para a Igreja.
  • Providenciar uma cópia da ata para cada participante, quando necessário.
  • Manter sigilo
  • Agir de acordo com os votos
  • Cobrar as ações na próxima reunião se for o caso.


IV - COMO AS DECISÕES SÃO FEITAS

1. Decisões por voto ou por maioria:

Princípios essenciais das regras parlamentares:
  1. Cortesia e justiça com todos
  2. Considerar um item de cada vez
  3. A minoria precisa ser ouvida
  4. A maioria deve prevalecer
  5. O propósito das regras é facilitar a ação e não obstruí-la

Métodos de Votação:

  1. Declarando SIM ou NÃO
  2. Erguendo a mão
  3. Escrevendo em segredo

Tipos de Votação

  1. Por maioria - (A maioria é um número maior que a metade dos votos)
  2. Por pluralidade. É a maioria dos votos sem ser mais que 50% - Ex. Débora - 7 votos/ Robson - 4 votos/ Geovana - 4 votos
  3. Por 2/3 dos votos
2. Decisão Por Unanimidade:

  • Quando todos estão a favor. Isto é comum na igreja, devido aos interesses comuns dos membros e a atuação do Espírito Santo promovendo a unidade. Efés. 4:3, 12 e 13

3. Decisão por Consenso:
  • Ocorre quando pelo menos a grande maioria se inclina em uma certa direção e mesmo que alguém não concorde completamente, está disposto a acompanhar os demais.
  • O consenso é a opinião geral, o acordo. É o método que deveríamos usar ao buscarmos uma decisão em grupo.


V. COMO O CONSENSO PODE SER ALCANÇADO

1 - Para alcançar o consenso, a diferença de opinião deve ser vista como uma maneira de:

  • Reunir informação adicional.
  • Esclarecer itens.
  • Forçar o grupo a buscar melhores alternativas. Assim o conflito de idéias, soluções, etc, deve ser visto como ajuda e não como empecilho no processo de encontrar o consenso.

2 - Os membros devem evitar discutir para ganhar como indivíduos.
3 - Animar uma participação franca de desacordo.
4 - Cada participante deve ter a responsabilidade de ouvir e ser ouvido.
5 - Não se deve confundir silêncio com concordância.
6 - Deve-se procurar reduzir a tensão quando necessário.
7 - Lembrar que os melhores resultados vêm de uma combinação de informações, lógica e emoção.

Fonte: Anotações de sala de aula (Curso de Teologia - 1998)

Explicação do símbolo da Igreja Adventista do Sétimo Dia



Como uma organização religiosa se faz necessário tornar distinta nossa mensagem ao mundo através das igrejas e entidades representativas.

A identidade visual serve para distinguir e identificar o trabalho da Igreja Adventista. Essa é a razão pela qual o logotipo  foi criado. 

Simplesmente possuir um logotipo não é suficiente. É preciso usá-lo dentro dos parâmetros oficiais.

1. Explicação do símbolo gráfico

A parte mais fácil de ser identificada no logotipo é o símbolo gráfico. Com o uso consistente e continuado, o símbolo pode por si próprio tornar-se sinônimo do nome "Adventista do Sétimo Dia"

• A Chama
Essa forma é feita de três linhas em volta do círculo, na esfera implícita. As linhas representam os três anjos, de Apocalipse 14 circulando o globo, e a nossa missão de levar o evangelho ao mundo inteiro. A chama por inteiro representa simbolicamente o Espírito Santo.

• A Bíblia aberta
A bíblia forma a base do desenho e representa o fundamento bíblico de nossas crenças. Está retratada numa posição completamente aberta, sugerindo a completa aceitação da palavra de Deus.

• A Cruz
O símbolo da cruz representa o evangelho da salvação, está posicionado no centro do desenho para enfatizar o sacrifício de Cristo, que é o tema central de nossa fé. É também significativo que a Bíblia, representando a lei e a chama, representado o Espírito, apareçam junto na cruz.

2. Cores

Essa versão em três cores (GC Green para a Bíblia, GC Gold para a chama e GC Gray para a parte escrita) é a versão oficial de combinação de cores. Essas cores devem se aproximar o máximo possível do padrão, não importa qual o material ou meio utilizado.

É permitido reproduzir o símbolo nas cores naturais de materiais como bronze, pedra, vidro ou madeira para as placas ou para uso decorativo.



3. Aplicação em Fundos de outras cores

O fundo claro neutro é o melhor para o logotipo. Nunca aplique o logotipo colorido sobre um fundo colorido. Quando um fundo colorido for inevitável, o logotipo deve ser de uma cor sólida a fim de que haja contraste suficiente para assegurar uma boa legibilidade.



4. Configuração preferencial para fachadas de igrejas






Para identificar a igreja é possível a aplicação de um letreiro metálico na fachada da igreja ou em um muro ou mureta especialmente preparada para isso.

Existem kits de aplicação prontos, fáceis de instalar, de custo baixo e seguramente dentro do padrão. Consulte a associação/missão sobre esses kits de instalação.

Não encomende a reprodução do letreiro em serralherias ou artesãos que não tenham os moldes fornecidos pela associação/missão para essa finalidade, pois os letreiros poderão sair do padrão.

O guia dos "Padrões de Identificação Global da Igreja Adventista do Sétimo Dia" está disponível no Departamento de Comunicação da associação/missão.

5. Cuidados com o logotipo da Igreja

• Não mude as proporções ou posição dos elementos do logotipo.

• Use apenas partes dele, como efeito decorativo, por exemplo, a chama. Quando utilizar o logotipo, use-o completo

• Nunca mude o tipo das letras usadas para escrever "Igreja Adventista do Sétimo Dia" (o correto é o uso da fonte Goudy Old Style).

• Não abrevie para "IASD" no logotipo

• Não mude as cores do logotipo, mesmo que seja por cores parecidas.

• Sempre que usar o logotipo, deixe um espaço livre em torno dele, sem quaisquer outros elementos visuais. Esse espaço deve ter no mínimo, a mesma medida da altura do "S" de "Sétimo Dia" circundando o logotipo em todos os lados.



Fonte/Bibliografia: Guia para diretores de Comunicação, DSA, 2009

Como a inovação acontece em nosso cérebro

A boa informação é imprescíndivel para gerar novos conceitos, métodos e ações positivas.



Para explicar essa relação existente, o Prof. Marins enviou um artigo para um outro Blog de minha autoria chamado "Nisto Cremos", intitulado: "Como a inovação acontece em nosso cérebro". Resolvi publicá-lo no COMIASD também por acreditar ser útil para aqueles que lindam constantemente com os diversos meios de comunicação, cujo objetivo primário seja "Informar".

Segue abaixo o artigo.

Pr. Fabio



William Duggan, professor da Columbia Business School, dos EUA, escreveu em seu artigo “Como o “AHA!” realmente acontece” sobre como a inovação acontece em nosso cérebro. O artigo foi publicado no Boletim Strategy&Business, de 23/11/2010, editado pela Booz Allen Company.

Veja alguns trechos com meus breves comentários;

“Como as empresas inovam? Veja a Google Inc., amplamente admirada como grande inovadora. A empresa oferece brinquedos no lobby, cadeiras para relaxar, salas de jogos e tempo livre para os funcionários trabalharem em suas próprias ideias. Não é isso que outras empresas deveriam fazer?

“A resposta é não. Esses métodos do Google são derivados de uma teoria inexata de criatividade: que as pessoas precisam desativar seu cérebro esquerdo analítico e ativar o seu cérebro direito criativo para produzir novas ideias...

“Na última década, neurocientistas já percorreram um longo caminho para descobrir como as ideias se formam na mente humana. Suas descobertas contradizem a forma como a maioria das empresas entende e desenvolve a inovação. Mas muito poucos executivos sabem disso. Eles continuam aplicando sua sabedoria convencional, sem saber que a ciência evoluiu e que os conceitos que usam estão ultrapassados.

“Para entender o novo modelo do cérebro, e sua importância para a inovação empresarial, devemos voltar para 1981, quando Roger Sperry ganhou o Prêmio Nobel por seu trabalho sobre os dois lados do cérebro. Segundo Sperry, o lado direito era criativo, artístico e intuitivo e o lado esquerdo considerado analítico, lógico e racional. Este modelo inconsistente se espalhou rapidamente por todo o mundo dos negócios, pois pareceu explicar por que algumas pessoas vinham com novas ideias facilmente e outros lutavam muito para conseguir alguma inovação... A aplicação mais generalizada do modelo de Sperry foi o brainstorming. Pessoas começaram a agendar reuniões onde todo mundo deveria desligar seu cérebro esquerdo e ativar o seu cérebro direito e então deixar as ideias criativas fluirem.

“Agora vamos voltar para a visão mais precisa de criatividade, com suas raízes na ciência moderna. O ano base para essa compreensão é 1998, quando Brenda Milner, Larry Squire e Eric Kandel publicaram um artigo inovador na revista Neuron, "Neurociência cognitiva e o estudo da memória". Kandel ganhou o Prêmio Nobel, dois anos mais tarde pela sua contribuição para este trabalho. Desde então, neurocientistas deixaram de aceitar a teoria do cérebro de dois lados de Sperry. O novo modelo do cérebro é o da "memória inteligente", no qual análise e intuição trabalham juntos na mente em todos os modos de pensamento. Não há nenhum cérebro esquerdo e não há nenhum direito. Há apenas a aprendizagem e a recordação, em várias combinações, em todo o cérebro.”

O que o autor afirma é que a “memória inteligente” é o maior arquivo existente no mundo, dentro da cabeça de uma pessoa. Desde que você nasce, o cérebro arquiva todo o seu conhecimento e informações. Quando uma nova informação chega, o cérebro recupera nesse arquivo tudo o que existe de correlato à nova ideia e faz uma combinação a que chamamos de “intuição”. Quando a nova informação combinada com o que já existe cria um novo padrão, temos o famoso “Aha!” ou a inovação ou criação. Assim, quanto mais você estudar, ler, experimentar, mais informações terá em seu cérebro e maior a chance de ser inovador. Essa é a grande novidade!

Portanto, a busca de informação é essencial para a criatividade. Quanto mais você participar, se envolver, estudar, ler, conhecer sobre o seu negócio ou profissão, maior a chance de ser inovador e criativo. Criativo e inovador não é aquele que fica parado, ocioso, esperando uma ideia brilhante acontecer e sim aquele que participa, estuda e se compromete totalmente com aquilo que faz.

Pense nisso. Sucesso!

Fonte: COMIADS

Hora de dormir, hora de acordar!

Saudações, criaturas de Cristo!

No post de hoje falaremos sobre a importância de boas músicas ao deitar e ao levantar. Não vamos entrar no clichê de colocar música clássica para o bebê na barriga da mãe ouvir com a intenção de ser um bebê ‘saudável’, mas também não deixaremos de mencionar as vantagens dessas ações.

Você sabia que ao dormir a audição é o segundo sentido que perdemos? Ao despertar, ele também é o segundo a ser ativado. Em ambos os casos, o tato é o primeiro. Isso significa que cientificamente existe a visível vantagem de se estimular a audição com bons sons ao dormir e ao despertar, concorda?

Então eu pergunto: por que será que quando se fala em música benéfica ao ser humano a música clássica ocupa o primeiro espaço em nossa mente? Existe ciência nisso ou é apenas fruto de cultura e tradição?

Uma forma criativa de responder essa questão é pedir que você durma e chame um cantor de funk para lhe acordar com uma de suas famosas produções. Depois é a vez de uma cantora lírica fazer o mesmo. Se for sincero(a) com sua consciência e com suas reações sensoriais duvido muito que prefira o tal funkeiro.

Não é preciso criar uma dissertação quando as evidências são reais em cada um de nós! Sendo assim, só precisa descobrir quais canções mais lhe fazem bem e experimentar ouvi-las logo cedo e um pouco antes de dormir.

Se você for sonoplasta de sua igreja pode usar isso em favor de um bom culto. Lembrando, fones de ouvido não é a melhor solução para algumas dessas considerações, ok?! Mas isso é assunto pra um próximo encontro.


Um abraço!


Fonte : Comiasd

Projeto Amigos da Esperança

Através deste projeto de evangelismo integrado, vamos fortalecer o ideal de envolver cada membro com a missão da igreja, pois “Ele não finalizará Sua obra sem os agentes humanos” (Ellen G. White, Serviço Cristão, p. 9). À medida que  cada membro, de acordo com seus dons, aproveita as relações pessoais para levar pessoas a Jesus, usa um dos métodos missionários mais simples e poderosos. Ellen G. White confirma isso quando diz que “um dos meios mais eficazes de comunicar a luz é o trabalho particular, pessoal” (Testemunhos Seletos, v. 3, p. 62). Ela ainda reforça: “A influência pessoal é um poder” (Maior Discurso de Cristo, p. 36).
Não existe nenhum membro de igreja que não tenha um amigo, vizinho, colega de trabalho, membro da família ou   alguém especial com quem tenha bom relacionamento e queira levar a Jesus. Pelo menos uma pessoa, que ele possa convidar para participar do dia dos “Amigos da Esperança”. Este é um projeto para todos, em que a participação de cada um torna forte e impactante o cumprimento da missão.

Objetivos do Projeto

Ao avançarmos unidos vamos:
  1. Fortalecer o conceito de evangelismo pela amizade, estimulando cada membro da igreja a transformar amigos em irmãos. “Em Sua sabedoria o Senhor põe os que estão à procura da verdade em contato com seus semelhantes que a conhecem” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 134).
  2. Criar condições para que milhões de pessoas visitem nossas igrejas no dia 16 de abril de 2011, dia dos “Amigos da Esperança”.“Não devemos esperar que as pessoas venham a nós; precisamos procurá-las onde estiverem” (Ellen G.White, Serviço Cristão, p. 121).
  3. Desafiar cada membro a convidar, pelo menos, um amigo para vir à igreja no dia dos “Amigos da Esperança”. Como resultado, dobrar o número de pessoas em nossas igrejas, em um único sábado, chegando a mais de dois milhões de convidados. “Muitos há que não irão à igreja ouvir a verdade pregada. Mediante esforços pessoais feitos com simplicidade e sabedoria, estes podem ser persuadidos a se encaminhar à casa de Deus” (Ellen G. White, Serviço Cristão, p. 130).
  4. Tornar a igreja mais receptiva e preparada para receber os novos amigos. É a oportunidade para fortalecer o ministério da recepção, tornando nossas igrejas mais amigas e atenciosas.
  5. Fortalecer a semeadura e a colheita no programa de semana santa. “Aquele que contempla o incomparável
  6. amor do Salvador [...] Sairá para servir de luz ao mundo” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 661).
  7. Comprometer cada instituição e distrito pastoral a plantar uma nova igreja durante o ano. Como resultado, alcançar pelo menos 2.000 novas congregações. “Grandes bênçãos lhes advêm de fazer abnegados esforços para firmar a bandeira da verdade em novo território” (Ellen G. White, Serviço Cristão, p. 184). “Necessitam-se missionários que vão a cidades e vilas erguendo aí a bandeira da verdade… a fim de que a luz da verdade penetre onde ainda não chegou, e a bandeira da verdade seja hasteada onde ainda é esconhecida” (Ellen G. White, Serviço Cristão, p. 179).
  8. Distribuir o livro missionário do ano, no preparo do terreno para a abertura de uma nova congregação. “Entre os membros de nossas igrejas deve haver mais trabalho de casa em casa, dando estudos bíblicos e distribuindo literatura” (Ellen G. White, Testemunhos Seletos, v. 3, p. 345, 346).

As Atividades do Projeto

“Amigos da Esperança” é um projeto dividido em diferentes atividades. Elas envolvem a igreja antes, durante e depois do dia 16/04, que é o grande dia de toda a campanha.

Os passos são os seguintes:

  1. 12 de março – Dia Mundial de Oração. Iniciar um grande movimento de oração intercessora, por aqueles que serão convidados para o dia dos “Amigos da Esperança”.
  2. 16 de abril – Dia dos “Amigos da Esperança”. Organizar a igreja para realizar um programa especial, atraente e tocante, envolvendo: a)Recepção equipada, motivada e uniformizada. b)Escola Sabatina especial. c)Momento de integração dos convidados com os membros da igreja. d) Adoração infantil criativa e bem ilustrada. e) Culto divino dinâmico. No caso de falta de espaço poderão ser realizados dois cultos. e)“Lares de Esperança”, levando os convidados para uma refeição em casa e entregando um livro missionário a cada um.
  3. 16 de abril – “Lares de Esperança”.
  4. Logo após o programa da igreja, os amigos devem ser levados para uma refeição em nossa casa. Essa será a oportunidade para conversar sobre a mensagem que foi apresentada na igreja e apresentar o convite para o programa que virá em seguida.
  5. 17-24 de abril – Semana Santa. O programa começa no dia seguinte ao dos “Amigos da Esperança”. Cada amigo deverá ser envolvido na programação, que poderá ser realizada em um pequeno grupo, local novo ou na própria igreja. Nosso desafio é ter 60.000 Centros de Esperança, que serão os lugares em que a programação da semana será realizada. É importante organizar também um programa especial para as crianças.
  6. Envolver os membros em estudos bíblicos com seus amigos, convidando os a participar de um pequeno grupo.
  7. Realizar um Impacto distrital, durante o ano, com a distribuição massiva do livro missionário na região onde será plantada uma nova igreja.
  8. Concluir o projeto com a semana de evangelismo via satélite, em espanhol, nos dias 5-12 de novembro; e, em português, nos dias 19-26 de novembro.

O Apoio Via Satélite

O canal executivo da TV Novo Tempo será usado para fortalecer diferentes etapas do projeto:
  1. Treinamento para anciãos e líderes, apresentando os detalhes do projeto, testemunhos e mensagens de motivação: a) Espanhol – Dia 19 de março. b)Português – Dia 26 de março
  2. Sermão especial para o dia dos “Amigos da Esperança”, 16 de abril, em português e espanhol, apresentado
    pelo Pr. Luís Gonçalves.
  3. Semana Santa, dos dias 17-24 de abril, em português, com o Pr. Fernando Iglesias; e, em espanhol, com o
    Pr. Moisés Rivero.
  4. Semana de evangelismo, em espanhol, nos dias 5-12 de novembro, direto de Buenos Aires; e, em português,
    nos dias 19-26 de novembro, direto de Belo Horizonte. Ambas com o Pr. Luís Gonçalves.

Os Materiais de Apoio

Deverão estar nas mãos da igreja dois impressos fundamentais para tornar o projeto mais sólido:
  1. Folder (folheto especial) apresentando a Igreja Adventista do Sétimo Dia àqueles que visitarem nossos
    templos no dia dos “Amigos da Esperança”.
  2. Livro missionário Ainda Existe Esperança, para ser distribuído amplamente pela igreja, buscando alcançar cada casa de sua região.
Livro missionário do projeto "Amigos da Esperança"
Serão distribuídos, de maneira especial no dia 16 de abril, para cada visitante de nossas igrejas, também serão usados para impactar os lugares em que serão abertas novas congregações e no trabalho pessoal de cada membro. O resultado final de todo esse envolvimento será o crescimento da igreja em comunhão e missão, ou seja, em sua qualidade e quantidade. Será uma nova e grande oportunidade para aprofundar nossas frentes missionárias e também para consolidar os pequenos grupos como a base do atendimento, envolvimento e mobilização de cada membro.
Nosso desafio é avançarmos unidos, tornando o projeto “Amigos da Esperança” um movimento de cada instituição, igreja e membro. Será uma oportunidade histórica para transformar nossos amigos em irmãos. Para isso, precisamos de sua atuação como ancião de igreja ou líder de congregação.
Afinal, esse é o programa de uma igreja chamada para conquistar o mundo dos últimos dias pelo poder do Espírito Santo. Mas o pré-requisito para isso é claro: “Se os cristãos agissem de comum acordo, avançando como um só homem, sob a direção de um único Poder, para a realização de um só objetivo, eles abalariam o mundo” (Ellen G. White, Serviço Cristão, p. 75).

Equipe - Comunicação

Pessoas que fazem parte do departamento da comunicação.

Equipe - Diretoria


Pessoas que fazem parte do departamento da diretoria.  

Pedidos de oração


Se você tem algum pedido de oração e quiser que a nossa igreja ore por você preencha o fomulário de acordo com que se pede.

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